A conta tem cinco bases de dados na lista e nenhuma tem um nome que diga alguma coisa. Precisa de saber qual delas é a do site, porque a vai limpar, copiar ou apagar. Há três maneiras de saber, e todas dão a mesma resposta em menos de um minuto.
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Nunca apague uma base que não identificou. Uma base apagada por engano não volta a não ser por cópia de segurança, e leva com ela um site que talvez nem soubesse que tinha. Identifique primeiro, sempre.
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1. Pelo arquivo de configuração (o mais direto)
A resposta está escrita dentro do site, e não precisa de abrir o WordPress para a ler.
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No cPanel, abra o Gestor de Arquivos e entre na pasta do site. Normalmente é public_html; se o site está num domínio adicional ou num subdomínio, será uma pasta própria.
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Encontre o wp-config.php, botão direito, Ver (View). Usar Ver em vez de Editar evita gravar por engano.
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Procure as linhas DB_NAME e DB_USER. Entre aspas está o nome da base e o do usuário. Anote também o $table_prefix, mais abaixo.
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2. Pela ferramenta de WordPress do cPanel
Se prefere não abrir arquivos, o cPanel tem uma página que lista as instalações de WordPress da conta e mostra os dados de cada uma.
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No cPanel, seção Domínios, abra WordPress Management. Em alternativa, na seção Software, o gestor de WordPress do instalador de aplicações faz o mesmo.
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Encontre a instalação pelo endereço do site.
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Abra o detalhe dela. O nome da base de dados está lá, muitas vezes com uma ligação direta para o phpMyAdmin dessa base.
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Esta é a que serve quando tem sites a mais. Numa conta com seis WordPress instalados, esta página mostra os seis lado a lado, com o domínio e a base de cada um. É a única que lhe dá o mapa todo de uma vez.
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3. Ao contrário: da base para o site
Este é o caminho de quando já não tem o wp-config.php, ou quando tem uma base órfã e quer saber de quem era. Pergunta-se à própria base qual é o endereço do site que ela serve.
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Escolha a base na lista da esquerda e abra a aba SQL.
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Corra SELECT option_value FROM wp_options WHERE option_name = 'siteurl';. Se as tabelas tiverem outro prefixo, troque o wp_ pelo prefixo que vê na lista.
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O resultado é o endereço do site que essa base serve. Repita para cada base até encontrar o seu.
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Um atalho ainda mais rápido. Na lista da esquerda do phpMyAdmin, abra cada base e olhe para a data de modificação e para o tamanho das tabelas. A base de um site vivo tem tabelas _posts e _options com conteúdo; uma base abandonada tem tabelas quase vazias ou nem sequer tem tabelas de WordPress.
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O que os nomes lhe dizem, e o que não dizem
| O que vê |
O que significa |
| Um prefixo antes do nome |
Numa conta compartilhada, todas as bases e todos os usuários começam pelo nome da conta. Não é decoração: faz parte do nome e tem de estar no wp-config.php. |
| Um número ou letras ao acaso no fim |
Foi um instalador automático que criou a base. O nome não quer dizer nada, e não há como adivinhar o site a partir dele. |
| Duas bases com nomes parecidos |
Muito comum: uma é do site e a outra ficou de um ensaio ou de uma migração. Confirme pelo siteurl antes de tocar em qualquer uma. |
| Tabelas com prefixos diferentes na mesma base |
Dois sites a compartilhar uma base. Apagar a base leva os dois. Veja como remover o WordPress de um domínio. |
Para que é que vai precisar disto
Vale a pena anotar o nome da base, o do usuário e o prefixo num site seu. São precisos para corrigir uma ligação partida, para limpar a base, para levar o site para outro lado, e para o apagar sem deixar restos. Os artigos onde isso se faz são recriar a ligação do wp-config.php, erro de ligação à base de dados, limpar e optimizar a base de dados e como gerar os arquivos zip e sql.
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