De que países se pode comprar, e qual dos portais usar

Resposta curta: de qualquer país. Não temos países bloqueados, não exigimos que resida em Moçambique ou em Angola, e um cliente em Lisboa, em Abidjan ou em Toronto compra exactamente como um cliente em Maputo — e temos clientes nesses três sítios.

O que muda conforme o país não é o direito de comprar. É outra coisa: a moeda da factura e os meios de pagamento disponíveis. E isso decide-se pela marca do grupo em que abrir a conta.

Somos quatro portais, e vale a pena escolher bem

O grupo RLX atende os mesmos serviços por quatro portais. Não é só o nome que muda:

Portal Para quem, e em que moeda
meu.mozout.co.mz Moçambique. Facturas em meticais, com M-Pesa, e-Mola, mKesh e referências SIMO.
meu.interweb.co.mz Moçambique, marca Interweb. Também em meticais, com os mesmos meios.
meu.interweb.ao Angola. Facturas em kwanzas, com Multicaixa Express e Referência Multicaixa.
my.mozout.com Todos os outros países. Facturas em dólares, com cartão, PayPal, criptomoeda e transferência.
Escolha o portal do sítio onde paga, e não o do sítio onde está. Uma empresa moçambicana com o gerente a viver em Portugal deve usar o portal de Moçambique: é onde a factura sai na moeda certa e onde os meios de pagamento locais existem. Quem não tem conta bancária em nenhum dos dois países está melhor servido pelo portal internacional.
Mudar de portal depois não é mudar de conta. Cada portal é uma conta separada, com a sua própria facturação e o seu próprio histórico. Passar serviços de um para outro é possível, mas dá trabalho e nem sempre compensa. Vale a pena escolher bem à primeira — se tem dúvidas, pergunte antes de comprar.

O que exige mesmo o país certo

Há uma excepção real à regra do «compra-se de qualquer lado», e é nos domínios. Algumas extensões nacionais exigem presença local — uma empresa registada no país, ou um representante lá — e essa exigência é do registo da extensão, não nossa. Não a podemos dispensar.

Nas extensões internacionais — .com, .net, .org e a maioria das outras — não há requisito nenhum de residência. Antes de pagar um domínio nacional a partir de fora, confirme connosco se cumpre os requisitos: é uma pergunta de um minuto que evita um registo recusado.

Os dados que pedimos, e porquê

Na compra pedimos o país de residência ou de registo da empresa. Não é burocracia: é o que determina os impostos que entram na factura e os dados fiscais que nela aparecem.

1 Ponha o país onde realmente está ou onde a empresa está registada. Um país errado dá uma factura fiscalmente errada, e corrigir depois é mais chato do que acertar à primeira.
2 Se compra em nome de uma empresa, ponha o nome e o número de contribuinte no registo, e não o seu nome pessoal. É o que sai na factura.
3 Se algo mudar — mudou de país, a empresa mudou de nome — actualize os dados antes da factura seguinte, e não depois.

Pagar de fora do país da conta

Pode. Cartão, PayPal e criptomoeda funcionam de qualquer lugar do mundo, seja qual for o portal. O que exige uma conta local são os meios locais: o dinheiro móvel moçambicano e o Multicaixa angolano precisam de uma conta nesses países.

Se estiver fora e o método que costuma usar não aparecer no checkout, é por isso e não por avaria. Os detalhes de cada meio e da conversão do seu banco estão em em que moeda paga e em como pagar a sua factura.

Apoio e horário, estando longe

O apoio é pelo portal e funciona igual para toda a gente, esteja onde estiver — não há fila separada por país. Respondemos em português e em inglês. Se estiver num fuso muito afastado, abrir um pedido pelo portal rende mais do que esperar pelo chat: fica escrito e é respondido mesmo que ninguém esteja acordado nos dois lados ao mesmo tempo.

Se alguma coisa correu mal, o caminho próprio está em como apresentar uma reclamação e como a tratamos.

Não sabe qual dos portais serve melhor o seu caso?

Pergunte-nos antes de comprar
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